Rinoscopia como e o exame

Exames realizados com tubo rígido de 4,0 milímetro (mm) de diâmetro, visão 30 graus, colocado através do vestíbulo congestionamento nasal. ou com o tubo flexível de 3,4mm de diâmetro com visão 0 grau.

Os cornetos inferiores são muito simples de serem visados até mesmo, sem equipamentos especificas Muitas vezes a sua presença é confundida por um tumor pelos pais de pequenos pacientes e mesmo por adultos mais curiosos. Os cornetos médios são ainda mais complicadas de serem constatando pois ficam mais alta e demasiadamente situadas (vide o desenho no item 03).

Eles têm a capacidade de crescer e ajuda a reduzir de volume. Na verdade isso ocorre várias vezes ao dia de forma que uma narina esta sempre ainda mais permeável à narrativa do texto bíblico do ar do que a outra. incomum é as duas estarem obstruídas ao mesmo tempo e, também, as duas estarem totalmente permeáveis Simultaneamente

Eles são cobertos por uma membrana pele que lhes da uma parceria róseo-avermelhada, produzem uma produção clara e espessa chamada de muco (daí o nome “mucosa”) que se transforma constantemente, pois na medida em que é desenvolvido se move vagarosamente, para trás levando em sua companhia pequenas impurezas do inaugurado que ficam a ele aderidas e desce para a orofaringe (garganta).

Pela fossa congestionamento nasal. é possível também se observar a rinofaringe onde se encontra a adenoide. Quando ela esta hipertrofiada (aumentada) causa obstrução nasal e complica a abertura do orifício faríngeo da tuba auditiva, de extrema importancia para a ventilação da orelha incidente sobre.



Nas fotos acima Observamos o septo nasal (no lado direito das fotos) e a fossa nasal do lado direito. A foto da esquerda foi feita instantâneamente após a entrada do endoscópio na fossa nasal, observe-se na região das 09 até as 11 horas o corneto inferior, abaixo dele o meato inferior e o assoalho da fossa congestionamento nasal. direita.

Nas fotos acima, também da fossa congestionamento nasal. direita, observa-se o corneto médio no centro da foto da esquerda. No foto central se observa o corneto inferior. Na da esquerda percebemos a região da coana com a abertura da tuba auditiva na região das 08 horas, a cauda do corneto inferior na região das 09 horas. A parte mais posterior do septo nasal é visível à direita da foto. cercado por, estas estruturas está um espaço escuro que é o vazio da rinofaringe que permite a narrativa do texto bíblico do ar das fossas nasais para a orofaringe. O palato mole não é visível por que o individuo examinado está respirando e abre a narrativa do texto bíblico do nariz para a orofaringe. Quando se engole o palato mole sobe e ocupa o local vazio o refluxo nasal dos alimentos.

A obstrução nasal acometida pela hipertrofia de adenoides é permanente e, quase sempre, desacompanhada de outros sintomas nasais, não varia com a estação do ano e causa ronco forte, insistente todos os dias.


Nas fotos inferiores Observamos em detalhe o orifício rinofaringeo da tuba auditiva da orelha esquerda. É possível ver que a abertura do orifício aumentando  quando se deglute (foto da direita). Neste instante, da deglutição, se faz a substituição de ar entre a orelha média e a rinofaringe, visto que no restante do tempo a tuba auditiva se mantem impermeável ao ar.

Para avaliar o tamanho da adenoide é necessário colocar o endoscópio flexível, pela meato médio, até aparte ainda mais decorrente da fossa nasal. A avaliação da permeabilidade da rinofaringe é feita durante a respiração.

Nas duas melhorar o posicionamento nos fotos acima percebemos o exame da rinofaringe, na da esquerda o paciente está deglutindo e na da direita, respirando. Observe-se que praticamente não existe adenoide neste indivíduo. Na foto inferior esquerda a adenoide se apresenta aumentada e extremamente aumentada na foto do hemisfério direito. Analise que o nasofibroscópio está junto da cauda do corneto inferior (imagem azulada na posição de 8horas)o que permite uma comparação real de tamanho entre as três adenoides.

Acima percebemos uma obstrução total das duas coanas por uma adenoide extremamente hipertrófica, a evolução do endoscópio mostra que as amigdalas também são muito aumentadas de tamanho (foto da direita).

Pode-se ver também a alvenaria lateral da fossa nasal do lado direito onde se encontram da frente para trás, o vestíbulo nasal, o corneto inferior, o corneto médio e a coana totalmente obstruída pela adenoide hipertrófica que ocupa toda a rinofaringe.

A adenoide pode ser atacado por agentes infeciosos comprovando-se produção que acaba Analisando para a fossa nasal e pode ser confundida com uma sinusite.

Se o inchaço da pele encerrar a narrativa do texto bíblico da algum óstio dificultando a eliminação de secreções pode aparecer uma dor localizada na face, fronte ou nuca, dependendo o seio afetado.

Se a livre circulação do ar dentro das fossas nasais e seios paranasais (paranasal = ao lado das fossas nasais) for cessada por qualquer causa de obstrução nasal (rinite viral, crise de rinite alérgica, hipertrofia de adenoides, pólipos, etc…) ocorre uma falta de arejamento do seio com a geração de uma pressão aérea não positiva intrasinusal que se segue de edema (inchaço) da pele com aumento da produção de muco e diminuindo a sua capacidade de se defende de uma violência infeciosa.Acesse nosso site,obtenha informações e tire sua duvida aqui